Pesquisas

Outdoor descobre se você está com febre

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Pra quê termômetro? Uma peça criada pela Saatchi & Saatchi para o remédio Theraflu durante a época de maior incidência de gripe na Polônia embutiu um scanner térmico em um outdoor em Varsóvia que conseguia medir a temperatura do corpo da pessoa em frente a ele em tempo real.

A propaganda térmica também permitia que o usuário tirasse um termo-selfie que podia ser baixado de um hotsite utilizando um QR Code para ser compartilhado em redes sociais ou enviado para o chefe para justificar uma ausência no trabalho.

O outdoor utilizava a mesma tecnologia de sensores térmicos de binóculos de visão noturna, aliada a um aplicativo Android.

 


Impressora 3D para smartphones vai custar US$ 99

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A prototipagem 3D está chegando ao mundo mobile. Além de aplicativos como o Gravity Sketch e o Shapr3D, agora surge a primeira impressora 3D para smartphones. A OLO é uma impressora à bateria que utiliza a luz do seu smartphone para criar objetos 3D em um tipo de resina especial sensível à luz.

 

Você coloca seu celular em um pedestal que cobre tudo menos a tela e em seguida coloca a OLO sobre ele e adiciona a resina. O objeto vai sendo impresso utilizando a luz do celular. A OLO posui 400cm cúbicos de volume e permite combinar resinas diferentes para objetos multicoloridos ou translúcidos.  Ela tem resolução de 32 microns e imprime na velocidade de 46 minutos por centímetro. É possível imprimir objetos criado em qualquer app de modelagem, incluindo apps de escaneamento 3D como o  Autodesk 123D Catch. Você também pode escolher um objeto da biblioteca compartilhada online da OLO.

A impressora está sendo lançada em um projeto do Kickstarter que já atingiu mais de US$ 1,5 milhão (o objetivo inicial era US$ 80 mil). A impressora deve começar a ser vendida em setembro e pode ser encomendada por US$ 99. Funciona com Android, iOS e Windows Phone.

 


Crie objetos 3D com o dedo

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Um app de iPad que permite criar modelos 3D rabiscando com o dedo na tela e depois encomendar o objeto impresso e vê-lo chegar em casa em dois dias.

Voltado ao crescente mercado Maker, o Gravity Sketch traz uma interface intuitiva e ferramentas fáceis de usar,. A idéia é permitir que makers, escultores e joalheiros criem objetos e protótipos sem precisar recorrer a programas 3D com curva íngreme de aprendizado.

Usuários  podem compartilhar seus modelos nas redes sociais, exportar em formato .obj e compartilhar arquivos 3D via Sketchfab


Colar conta calorias pelo som

Você já consegue medir precisamente o quanto gasta de calorias em exercícios com wearables como o Fitbit, Jawbone, Apple Watch etc. Mas e o quanto ganha em calorias comendo? Até agora, isso só era possível com apps que trazem listas de pratos e refeições ou tirando fotos do que você come. Uma equipe de pesquisadores chineses simplificou o processo com o AutoDietary.

Esse colar inteligente traz um microfone potente que grava o som de suas mastigadas e da comida sendo engolida e envia os dados para seu smartphone  via Bluetooth.

As gravações são comparadas com um catálogo de sons que consegue reconhecer se você comeu uma cenoura ou uma barra de chocolate, de acordo com o barulho de mordidas, mastigação e deglutição. Em testes, o sistema conseguiu reconhecer os alimentos corretamente 85% das vezes.

O AutoDietary está em testes iniciais de desenvolvimento, mas seus criadores estão confiante que o índice de reconhecimento será ampliado com o refinamento do algoritmo ou a ajuda de outros bio-sensores de monitoramento.


Solução em IoT pode reduzir em 80% gastos de iluminação pública

A chinesa Huawei demonstrou na CeBIT 2016 seu Connected City Lighting Solution, um projeto baseadfo em Internet of Things (IoT) que traz controle inteligente para postes de iluminação pública.

A solução permite que as administrações municipais tenham informações de cada lâmpada em cada rua, permitindo ajustar, liga e desligar lâmpadas independentemente, permitindo iluminação sob demanda e reduzindo o consumo de energia em até 80%.

Com o sistema, é possível controlar a iluminação de acordo com a localização da lâmpada, assim como a época do ano, condições do clima e hora. Seu brilho pode ser ajustado segundo informações captadas por sensores de movimento e informações de tráfego.

 

 

 


Brinquedo de madeira ensina crianças a programar

 

 

Nunca é cedo demais para ser um Maker. Para ensinar crianças a partir de três anos conceitos de programação como funções, queues e loops. Aprovado por pedagogos montessoriamos e compatível com a linguagem LOGO, o Cubetto, da inglesa Primo Toys, está sendo relançado no Kickstarter e já ultrapassou em mais de quatro vezes seu objetivo inicial de US$ 100 mil.

O Cubetto é formado por um robô de madeira e plástico com rodinhas, um tabuleiro de madeira e peças de plástico. Colocando as peças no tabuleiro, a criança modifica os movimentos do robô, fazendo ele atravessar um mapa para chegar a sua casa.

A primeira versão do Cubetto era um kit DIY (Do It Yourself ou Faça Você Mesmo), também lançado via Kickstarter. A nova versão é um produto final, que deve chegar ao mercado até o final do ano por US$ 225.

 

 

 

 


Editor VR, profissão do futuro

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O The New York Times foi pioneiro no uso da Realidade Virtual, distribuindo mais de 1,3 milhão de Google Cardboards para seus assinantes. O jornal continua seu pioneirismo contratando a primeira editora de Realidade Virtual de uma empresa de mídia.

Jenna Pirog tem a missão de descobrir como os aspectos imersivos da VR podem ajudar a enriquecer os artigos do jornal, que já produziu seis filmes VR, o último apresentado durante o festival SXSW. O trabalho da editora compreende sentar durante reuniões de pauta e perguntar “onde podemos levar o leitor de forma surpreendente e informativa?”.

Um artigo do Digiday mostra o cotidiano da editora, passo a passo.

 


DARPA investe US$ 60 milhões em implante para ligar cérebros e computadores

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“A comunicação entre cérebros e computadores feita atualmente é como dois supercomputadores tentando conversar com um modem de 300 bps”, diz Phillip Alvelda, gerente do programa NESD (Neural Engineering System Design ou Projeto de Sistema de Engenharia Neural) da DARPA, a agência de pesquisas do exército americano. O novo programa pretende desenvolver um implante neural que permita comunicação em “banda larga” entre humanos e o mundo digital.

A interface de um centímetro cúbico serviria para converter os impulsos eletroquímicos dos neurônios em comandos inteligíveis pelas máquinas. A DARPA já abriu o prazo para propostas de projetos que devem ser avaliados em abril.

 

A Bolha já deu suas cacetadas na relação cérebro-máquina, com o Toyota Prius Chalenge, onde utilizamos o biosensor Neurosky para criar uma corrida de carros controlada pelas ondas cerebrais dos participantes.

 


Sony demonstra fone de ouvido que não vai no ouvido

Concept N é um protótipo de fone de ouvido da Sony que não chega perto das suas orelhas.É mais parecido com uma ferradura pendurada no pescoço e projeta o som para cima, em direção aos ouvidos. A ideia é que você possa ouvir sua música em harmonia com os sons do ambiente.

 

Sony-ConceptN

Demonstrado no festival SXSW, este é um produto do Future Lab da Sony. O Concept N também possui uma câmera, GPS e sensor de movimento e pode ser controlado com a voz, o que indica que a empresa tem planos mais ambiciosos para ele do que ser um mero fone de ouvido.