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“A comunicação entre cérebros e computadores feita atualmente é como dois supercomputadores tentando conversar com um modem de 300 bps”, diz Phillip Alvelda, gerente do programa NESD (Neural Engineering System Design ou Projeto de Sistema de Engenharia Neural) da DARPA, a agência de pesquisas do exército americano. O novo programa pretende desenvolver um implante neural que permita comunicação em “banda larga” entre humanos e o mundo digital.

A interface de um centímetro cúbico serviria para converter os impulsos eletroquímicos dos neurônios em comandos inteligíveis pelas máquinas. A DARPA já abriu o prazo para propostas de projetos que devem ser avaliados em abril.

 

A Bolha já deu suas cacetadas na relação cérebro-máquina, com o Toyota Prius Chalenge, onde utilizamos o biosensor Neurosky para criar uma corrida de carros controlada pelas ondas cerebrais dos participantes.